Uma descoberta macabra movimentou as autoridades em Mongaguá, litoral de São Paulo, nesta última terça-feira (12). Restos mortais humanos, em estágio avançado de decomposição, foram encontrados dentro de um canal durante uma operação de limpeza da prefeitura. A identidade da vítima permanece desconhecida, e a Polícia Civil já deu início a uma investigação para desvendar as circunstâncias do ocorrido.
Localização e Circunstâncias da Descoberta
O esqueleto foi avistado por funcionários municipais que realizavam trabalhos de higienização no Rio Barranco Alto. A equipe utilizava uma máquina anfíbia na região próxima à Avenida Francisco Fernandes Pires, em uma área que faz divisa entre os municípios de Mongaguá e Itanhaém. A operação de rotina foi subitamente interrompida pela constatação dos restos mortais, que estavam submersos nas águas do canal.
Primeiras Ações das Autoridades e Detalhes da Cena
Após a notificação da descoberta, a Prefeitura de Mongaguá acionou prontamente a equipe da Defesa Civil. Este órgão desempenhou um papel crucial ao garantir a preservação do local, isolando a área para evitar qualquer alteração na cena. Em seguida, equipes da Guarda Civil Municipal (GCM), da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros chegaram ao Barranco Alto para prestar apoio e iniciar os primeiros procedimentos. A perícia técnica foi acionada para coletar evidências, e informações preliminares da Polícia Civil indicaram que o esqueleto foi encontrado vestindo roupas, ainda imerso na água.
Inquérito Policial em Andamento e Busca por Identificação
A ocorrência foi formalmente registrada no 2º Distrito Policial (DP) de Mongaguá, que agora lidera as investigações. O principal objetivo das autoridades é a identificação da vítima, um passo fundamental para que se possa avançar na elucidação do caso. Além de buscar a identidade, a Polícia Civil trabalhará para determinar a causa da morte e o tempo estimado em que os restos mortais permaneceram no local. Até o momento, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) não se pronunciou oficialmente sobre o inquérito em andamento, mantendo o sigilo necessário para o avanço das apurações.
Enquanto os exames forenses são realizados e a investigação progride, a comunidade local aguarda ansiosamente por respostas sobre a identidade do indivíduo e as circunstâncias que levaram à sua morte, na esperança de que a justiça seja feita e o mistério desvendado.
Fonte: https://g1.globo.com